Teste PCR: A (P)atranha que (C)olaborou com a (R)atoeira

Teste PCR: A (P)atranha que (C)olaborou com a (R)atoeira

Abordagem ao artigo” A calibration of nucleic acid (PCR) by antibody (IgG) tests in Germany: the course of SARS-CoV-2 infections estimated“, publicado em Setembro de 2025 na revista “Frontiers in Epidemiology“. Um trabalho que teve como objetivo principal a calibração dos resultados dos testes PCR (que detetam material genético viral) com os testes de anticorpos IgG (que indicam infeção prévia) na Alemanha, para estimar com maior precisão quantas pessoas que testaram positivo por PCR foram realmente infetadas com SARS-CoV-2 durante a pandemia de COVID-19 (março 2020 – janeiro 2023).

Por outras palavras trata-se de uma trabalho que demonstra e põe a nu toda a aldrabice do “fiz o teste PCR, estou infetado”. É mais um trabalho que denuncia a fraude brutal levada a cabo, com o consequente ganho de milhões para os bolsos de gente reles, miserável e fraudulenta. Uma fraude, quanto a mim intencional, uma vez que a indicação para aumentar o número de ciclos de amplificação “veio de cima” ,como é sabido.

Vamos aos pontos-chave:

Metodologia e Dados

Análise de dados semanais de um consórcio de laboratórios alemães (ALM) que realizou ~90% dos testes PCR e IgG na Alemanha, sendo o período analisado março 2020 a maio 2021 (dados IgG) e até 2023 (dados PCR). Foram inclusive utilizados dois modelos matemáticos independentes para validação de resultados.

Descoberta Principal

Quer dizer….Não lhe chamaria “descoberta”, mas sim “CONFIRMAÇÃO DA ALDRABICE”.

Apenas 14% das pessoas que testaram positivo por PCR foram realmente infetadas (intervalo de confiança: 13,5%-14,6%). aAinda assim o valor é possivelmente ainda mais baixo: até 10,5% , devido a possíveis viés de seleção.

Na prática APENAS 1 em cada 7 testes “positivos”, era , de facto, positivo.

Porque esta diferença, discrepância, entre PCR “positivo” e infeção real?

Esta diferença é devida ao que sempre se soube, mas foi convenientemente neligenciado e “esquecido”, ou seja:

  • Falsos positivos: testes PCR com especificidade de ~94% (não 100%)

  • Ciclos de amplificação elevados** : valores acima de 30-40 ciclos podem detetar material genético não-infeccioso

  • Presença de material viral: PCR deteta fragmentos genéticos, não necessariamente vírus ativo

  • Resposta imunitária inicial: anticorpos IgA podem neutralizar vírus antes de causar infeção sistémica

** para leigos, os “ciclos de amplificação” são etapas repetidas que servem para multiplicar o material genético, permitindo que o teste “veja” algo que estava invisível por ser tão pequeno. Por comparação é como se fosse um livro raro, o qual ninguém consegue ver, e se fotocopiam muitas páginas específicas, para que todos as possamos ler.

Conclusão

Os resultados deste trabalho são consistentes com outros trabalhos publicados em vários países, como Suiça, República Checa, Bélgica),e constituem também uma enorme crítica às políticas públicas seguidas no tempo da “pandemia”. OOs autores criticam duramente as autoridades alemãs por terem ignorado dados serológicos (anticorpos) mais fiáveis que tinham disponíveis, preferindo basear políticas restritivas em números de testes PCR que sabiam ser problemáticos. Argumentam que isto representa uma falha na governação de saúde pública baseada em evidência. Este trabalho, apensar de respeitável, não vem trazer “novas luzes” ao que já se sabia, e sempre se soube. Mas , é certo, faz parte da evidência monstruosa do embuste que foi esta “pandemia COVID-19”, que na realidade foi sim uma pandemia de “testes PCR”.

Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/teste-pcr-a-patranha-que-colaborou?r=3vkvny

Paulo A. Andrade
Paulo A. Andrade