Como é sabido as inoculações COVID-19 têm sido associadas a vários eventos cardiovasculares.especificamente AVC, arritmias, enfartes agudos, trombose venosa profunda, tromboembolismo pulmonar, etc. Este estudo foi feito num universo de mais de 15 milhões de pessoas, o que lhe dá uma certa robustez.
Tendo em conta o objeitvo major do estudo, os autores aplicaram o seguinte design:
Metodologia
Usou-se um desenho de estudo chamado self-controlled risk interval (intervalo de risco autocontrolado), baseado em dados do Reino Unido, no qual foram incluídas pessoas vacinadas que tiveram algum evento cardiovascular nos 60 dias antes ou 28 dias depois da vacinação. Comparou-se o risco de eventos nos 28 dias após a vacina com um período de controlo de 90 dias antes da vacinação.
Foram analisadas variáveis como idade, género, tipo de vacina e número de doses.
Participantes
O estudo incluiu 15,2 milhões de pessoas (quase metade mulheres, idade média de 40 anos), destes 81,7% receberam pelo menos uma dose da vacina.
Resultados principais
Trombose com síndrome de trombocitopenia (TTS): risco significativamente mais alto após a primeira dose, especialmente:
Mulheres: risco 8,7 vezes superior.
Pessoas entre 39 e 59 anos: risco 17,4 vezes superior.
Enfarte do miocárdio: risco ligeiramente aumentado após a segunda dose, mais evidente entre 29–39 anos.
Outros eventos (como arritmias, doença coronária e tromboembolismo venoso) não mostraram aumento de risco.
O facto de os investigadores terem utilizado um método que reduz o efeito de fatores que poderiam distorcer os resultados (doença prévia, por exemplo), torna as conclusões deste estudo um pouco mais robustas e sólidas.
Conclusão
Tal como outros trabalhos, muitos, este estudo também demonstra um risco mais elevado de um tipo raro de trombose (TTS) após a primeira dose, sobretudo em mulheres e pessoas entre 39 e 59 anos. Também foi observado um aumento do risco de enfarte após a segunda dose, em alguns adultos jovens.
Neste blog já foram abordados vários trabalhos que demonstram precisamente o risco destas inoculações. E se tivermos em conta a doença contra a qual estas inoculações “oferecem proteção”, e o número real de vítimas desta mesma doença, então não só estas inoculações constituem um risco efetivo, como também se torna um risco absurdo e surreal.
Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/cardiovascular-e-inoculacoes?r=3vkvny

