Aahhh e tal tomei a vacina há anos…Como raio é que tenho agora um AVC?

Aahhh e tal tomei a vacina há anos…Como raio é que tenho agora um AVC?

Esta minha intervenção baseia-se no artigo “ COVID-19 Injections: Harms and Damages, a Non-Exhaustive Conclusion” , publicado em 2025 Revista de Médicos e Cirurgiões Americanos. Um artigo escrito por onze autores, entre médicos, investigadores e militares reformados, que toca em vários pontos essenciais.

Muita gente estranha a ideia de que um AVC ocorrido dois ou três anos depois da vacina possa ter alguma coisa a ver com esta. É compreensível — o senso comum diz-nos que causa e efeito devem andar de mãos dadas no tempo.

Mas a biologia, como de costume, não leu o manual do senso comum.

Existe um exemplo em farmacologia que ilustra bem esta ideia e que muitos conhecem sem saber. Quem tomou antibióticos com alguma regularidade nalguma fase da vida, pode desenvolver anos depois uma alergia séria a esse mesmo antibiótico que “sempre funcionou”. Isto acontece porque partículas do antibiótico ficam impregnadas nos glóbulos vermelhos, o sistema imunitário vê aquilo como uma ameaça e desencadeia o que em patologia se chama hipersensibilidade tipo II.

Uma chatice de intensidade variável.

Por outras palavras: o corpo guarda rancor. Profissionalmente, durante anos, sem avisar.

A moral da história é simples: o risco persiste através da memória imunológica. Enquanto o sistema imunitário reconhecer aquela molécula como inimiga, a reação pode ser reativada — completamente independente de o antibiótico ter sido tomado “há uma eternidade”. O tempo não ilibа. O corpo não esquece.

E a vacina covid-19?

O mesmo princípio aplica-se. O que é injetado nas células é uma instrução — o mRNA — para fabricar a proteína Spike. Ora, esta proteína não é natural do organismo, ou seja, não é “self” no vocabulário imunológico. E o sistema imunitário tem uma opinião muito própria sobre coisas que não reconhece como suas.

Enquanto essa instrução estiver ativa a dar ordens, a proteína Spike continua a ser produzida. Não importa se a injeção foi “ontem” ou “há quatro anos” — a fábrica trabalha enquanto tiver encomendas. Há pessoas que produzem esta proteína durante seis meses. Outras produzem-na durante anos. E enquanto ela circular no organismo, o risco é tão real como se a injeção tivesse sido dada ontem ouna semana passada.

Aliás tem sido isolada em cadáveres a proteína Spike. Várias estruturas do organismo completa e absurdamente “invadidas” por “exércitos” de proteína Spike.

Isto é muito bom que fique claro — e repetido, se necessário.

A correlação entre as vacinas de mRNA e o aumento de problemas graves (miocardiopatia, AVC, enfarte, tromboembolismo pulmonar, morte súbita, entre outros) é, a esta altura, já suficientemente documentada. A evidência é, hoje, do tamanho do “colosso de Rodes”.

Inclusivamente, grande parte destes problemas constava, em outubro de 2020 e abril de 2021, do próprio relatório da Pfizer — discreta e elegantemente catalogados como “AESI”: Efeitos Adversos de Interesse Especial.

Que nome reconfortante para algo tão preocupante, digo eu!

O futuro que vem aí — e que assusta

Se o ARNm convencional já levanta estas questões, o que se passa quando se muda para versões mais potentes? Que é como quem diz: versões “quitadas” do mRNA?

A BioNTech, a Pfizer e a Moderna estão a considerar o uso de saRNA e circRNA em futuras vacinas — e não apenas contra a covid-19.

Ambos os tipos são mais resistentes à degradação natural. Nenhum tem um “interruptor” para parar a produção de proteína. E o saRNA tem ainda uma característica particularmente notável: replica-se a si próprio, criando autocópias de forma quase contínua. É como uma fotocopiadora que apenas precisa que se carregue no botão para fotocopiar apenas uma vez, para que esta crie milhentes fotocópias indefinidamente.

Cativante, não é? Para mim, não!

Na prática: se a instrução for para produzir proteína Spike, ela será produzida indefinidamente — quase ad aeternum, como se diz em latim para quem quer soar sério numa reunião.

E os problemas já associados a esta proteína virão na mesma proporção.

Conclusão para quem tem mais que fazer

As vacinas de mRNA podem causar efeitos adversos muito tempo depois de administradas — porque o corpo guarda memória, e a proteína Spike pode continuar a ser produzida durante anos. As versões futuras de ARNm (saRNA e circRNA) agravam esta preocupação: são mais duradouras, mais difíceis de parar e uma delas copia-se a si própria sem pedir licença. O artigo defende a suspensão imediata desta tecnologia. Uma posição que, perante o exposto, é difícil de ignorar.

Tal como os autores (estes e muitos outros), também defendo a posição de suspensão imediata desta tecnologia.

Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/aahhh-e-tal-tomei-a-vacina-ha-anoscomo

Paulo A. Andrade
Paulo A. Andrade