Vacina vai-se, mas a spike fica- e traz amigos

Vacina vai-se, mas a spike fica- e traz amigos

Esta minha intervenção tem por base o recente estudo (acabou de sair do forno), “Detection of Vaccine-Derived Spike Protein Associated with Immune Cell Infiltration in the Heart and Liver: A Report of Two Cases”, que é como quem diz” Deteção de Proteína Spike de Origem Vacinal Associada a Infiltração de Células Imunitárias no Coração e no Fígado: Relatório de Dois Casos”, publicado este mês, Maio, na revista CELLS”. Um artigo que reflete a descriçaõ e análise, com base em evidência histopatológica (análise de tecidos ao microscópio), de que forma a proteína spike produzida pelas vacinas genéticas contra a COVID-19 pode desencadear reações imunitárias em tecidos distantes do local de injeção — nomeadamente no coração e no fígado — caracterizadas por infiltração de células imunitárias e inflamação.

Como já é habitual, sigo o sistema de estrutura por pontos-chave que, para este artigo, isolei os seguintes:

  1. Qual o mecanismo em questão: As vacinas genéticas (mRNA e vetor adenoviral) instruem as células humanas a produzir a proteína spike . O sistema imunitário reconhece as células que produzem essa proteína como “inimigas” e ataca-as. Mais ou menos como o papel de um segurança de um bar que expulsa alguém do bar por usar o casaco errado, sendo ele próprio o dono do casaco;

  2. O que fizeram os autores: Retiraram tecido do coração e fígado de gente falecida, e analisaram-no de acordo com as técnicas comuns;

  3. Casos:

    1- Miocardite Homem de 72 anos, falecido por pneumonia. Sem infeção COVID-19 conhecida. Vacinado com AstraZeneca (2 doses), Moderna (1 dose) e Pfizer/BioNTech (reforço).

    A análise do tecido cardíaco, revela:

    • Miocardite;

    • Morte difusa de células cardíacas;

    • Infiltrado inflamatório com várias células;

    • Econtradas células específicas de “limpeza” e células que coordenam respostas imunitárias;

    • Proteína spike detetada nas células endoteliais vasculares e nos macrófagos infiltrantes;

    • Análise revela também que a proteína spike detetada não está relacionda com infeção viral. Portanto surgiu das vacinas.

    2- Hepatite Doente de 86 anos, falecido por insuficiência cardíaca descompensada, sem doença hepática conhecida. Vacinado com três doses da Pfizer/BioNTech. Na análise do tecido hepático encontrou-se:

    • Iflamação crónica do fígado com aspeto de cirrose biliar primária (doença na qual o sistema de defesa ataca os tecidos do fígado);

    • “Canalização” dentro do fígado alargada com denso infiltrado de células de defesa;

    • Predomínio de diversos tipos de células de defesa;

    • Proteína spike detetada nas células de Kupffer e nas células endoteliais sinusoidais (dentro do fígado);

    • Análise revela também que a proteína spike detetada não está relacionda com infeção viral. Portanto surgiu das vacinas.

  4. Convergência de resultados: Em vários outros estudos citados neste artigo, há uma clara convergência de características evidenciadas no artigo. Especificamente:

    • mRNA vacinal detetado em gânglios linfáticos e no coração até 30 dias após vacinação;

    • Proteína spike detetada em artérias cerebrais até 17 meses após vacinação;

    • Spike encontrada em glândulas sudoríparas até 15 meses após vacinação;

    • Estudo prospetivo com 301 adolescentes: 29,24% com complicações cardiovasculares após Pfizer;

    • Estudo com 777 profissionais de saúde: 1 em cada 35 (2,8%) desenvolveu lesão miocárdica após reforço com Moderna

Conclusão

Neste estudo, os investigadores analisaram ao microscópio tecido do coração e do fígado de duas pessoas falecidas que tinham sido vacinadas contra a COVID-19 e não tinham tido infeção conhecida pelo vírus. Em ambos os casos encontraram a proteína produzida pela vacina dentro das células desses órgãos, rodeada por células do sistema imunitário em estado de ataque. O estudo defende que as vacinas genéticas podem levar a que células de órgãos distantes do local de injeção produzam a proteína spike, tornando-se alvos do próprio sistema imunitário, e apela a mais estudos sobre a distribuição dessas vacinas no organismo e a avaliações rigorosas de risco-benefício por grupo etário. Por outro lado, a esta “altura do campeonato” , a evidência sobre, não apenas a acumulação da Proteína-Spike, mas também as reações que esta provoca no organismo, tendo o sistema imunitário como principal mediador, não devem ser, de todo , ignoradas pelas entidades oficiais em Saúde. Mas, estas, continuam a fazer tábua rasa da evidência. O que, quanto a mim, já não configura “apenas” uma negligência de conhecimento. Configura crime. E especialmente quando já é sabido(e provado), não apenas os subornos à FDA (agência reguladora), mas o escandaloso encobrimento de dezenas de sinais de segurança feito por este mesma agência. Tudo isto cheira a crime que tresanda. E falta de respeito pelas pessoas.

Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/vacina-vai-se-mas-a-spike-fica-e

Paulo A. Andrade
Paulo A. Andrade