Abordagem “Curta&Grossa”, ao artigo COVID Vaccination and Post-Infection Cancer Signals: Evaluating Patterns and Potential Biological Mechanisms”. Trata-se de uma é uma revisão sistemática publicada em janeiro de 2026 na revista científica Oncotarget. O estudo teve como objectivo identificar, categorizar e contextualizar publicações científicas que relatam o aparecimento de cancros em associação temporal com a vacinação contra a COVID-19 ou com a infecção por SARS-CoV-2, sem estabelecer causalidade nem estimar risco populacional.
Os principais pontos-chave identificados por mim, são os seguintes:
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A pesquisa bibliográfica abrangeu o período de Janeiro de 2020 a Outubro de 2025, tendo identificado 69 publicações que cumpriam os critérios de inclusão, descrevendo 333 doentes em 27 países;
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A maioria dos estudos eram relatos de caso isolados ou pequenas séries de casos (81%), o que representa uma fase inicial de deteção de sinal;
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Os cancros mais frequentemente relatados foram malignidades hematológicas (linfomas não-Hodgkin, leucemias, linfomas cutâneos), tumores sólidos (mama, pulmão, melanoma, sarcoma, pâncreas, glioblastoma) e cancros associados a vírus (sarcoma de Kaposi, carcinoma de células de Merkel);
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A maioria dos casos estava associada a vacinas de mRNA, sobretudo Pfizer-BioNTech (56%) e Moderna (25%), o que reflecte o padrão global de utilização dessas vacinas. Até mesmo porque a Pfizer é responsável por cerca de 80-85% da vacinação global;
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Três padrões clínicos recorrentes foram identificados: progressão invulgarmente rápida de doença pré-existente; apresentações atípicas ou localizadas (incluindo no local de injecção ou em gânglios linfáticos regionais); e possíveis alterações imunológicas relacionadas com dormência tumoral ou escape imune;
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Dois estudos populacionais de grande dimensão — um italiano (~296 000 pessoas) e um sul-coreano (~8,4 milhões de pessoas) — identificaram associações estatísticas entre vacinação e alguns tipos de cancro;
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Uma análise longitudinal de cerca de 1,3 milhões de militares norte-americanos registou um aumento de aproximadamente 50% na incidência de linfomas não-Hodgkin após 2021, sem que os autores atribuíssem essa variação à vacinação;
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Os investigadores propõem três mecanismos biológicos plausíveis: disfunção imunológica com supressão transitória da vigilância tumoral; actividade biológica da proteína Spike com potencial oncogénico; e contaminantes de DNA residual nas vacinas de mRNA com possível risco de integração genómica. Este aspeto em concreto foi bastante evidenciado pelos trabalhos do Dr. Nicholas Hulscher;
As vacinas COVID-19 não foram avaliadas para carcinogenicidade ou genotoxicidade nos seus ensaios de aprovação, conforme reconhecido nas próprias fichas técnicas da FDA.
Nota minha: Dado ao que já se sabia em 2020, e o que se tem vindo a confirmar as vacinas covid-19 nem sequer foram testadas em relação à sua administração a seres humanos;
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Os autores salientam a existência de lacunas importantes no conhecimento e apelam a estudos epidemiológicos longitudinais rigorosos, investigação mecanística e um sistema de vigilância oncológica pós-vacinação.
Conclusão
Este estudo é um dos estudos considerados “de topo”, uma Revisão Sistemática. É apenas “mais um” que coloca em evidência a suspeita de que as vacinas causam cancro, sendo que os autores consideram que os padrões observados justificam investigação adicional. Como aliás muitos de nós defendem: Que se faça uma profunda investigação, séria, isenta para que se chegue ao fundo disto. Mas o problema é mesmo este: “ investigação séria e isenta”…
Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/covidcancro-e-vacinas-o-cavalo-de

