Uma abordagem Curta&Grossa ao artigo publicado em novembro de 2025 na Medical Research Archives, com o tírulo “ COVID-19 Vaccine-Induced Subclinical Myopericarditis: Pathophysiology”, elaborado por McCullough, Mead e Hulscher. O estudo debruça-se sobre uma condição cardíaca pouco discutida publicamente: a miopericardite subclínica induzida pelas vacinas mRNA contra a COVID-19 — ou seja, uma inflamação do músculo e do saco cardíaco que ocorre sem sintomas óbvios, mas que pode ser detetada por exames laboratoriais e de imagem. Os autores propõem-se a sintetizar o que se sabe sobre os mecanismos que causam esta condição, a sua frequência na população, as formas de a diagnosticar e as estratégias clínicas para a tratar — com o objetivo final de reduzir o risco de morte cardíaca súbita em pessoas vacinadas.
Antes de mais vamos compreender o que é a Miopericardite subclínica. Trata-se de uma inflamação do músculo cardíaco (miocárdio) e do saco que envolve o coração (pericárdio) que, ao contrário da forma grave, não provoca sintomas imediatos suficientemente sérios para levar ao hospital. Pode ser detetada apenas por análises ao sangue, eletrocardiograma (ECG) ou ressonância magnética cardíaca.
As vacinas mRNA (Pfizer/BioNTech e Moderna) instruem as células do organismo a produzir a proteína Spike do SARS-CoV-2, e esta acumula-se em vários tecidos. A este ponto e impossível descartar a evidência.
Senão vejamos:
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mRNA sintético das vacinas foi encontrado no tecido cardíaco humano em autópsias;
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A proteína Spike foi detetada no coração de jovens com miopericardite;
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Em doentes hospitalizados, havia proteína Spike livre em circulação, ao contrário dos controlos assintomáticos;
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Esta acumulação pode ocorrer ao longo de anos, depositando-se nas artérias coronárias e no tecido cardíaco;
No meio de tudo isto, quem sai mais afetado?
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Ocorre em todos os grupos etários e em ambos os sexos, mas é mais frequente em homens jovens (menos de 40 anos), sobretudo após a segunda dose;
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Um estudo nórdico com 23 milhões de pessoas mostrou um excesso de casos de miocardite em jovens de 16-24 anos: 5,55 casos por 100.000 doses (Pfizer) e 18,39 por 100.000 doses (Moderna);
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Três estudos prospetivos estimam que 1 a 3% dos vacinados com mRNA sofrem algum grau de lesão cardíaca por dose
Apesar de a definição de “subclínica” implicar per si a ausência de sintomatologia, podem considerar-se os seguintes sintomas:
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Dor no peito atípica ou pleurítica;
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Palpitações;
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Arritmias intermitentes;
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Pressão arterial instável (hiper e hipotensão);
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Intolerância ao esforço físico
Em caso extremo paragem cardiorrespiratória sem qualquer aviso prévio.
Como se diagnostica algo que nem dá sintomas?
Todo um conjunto de análises e exames contribuem para um diagnóstico efetivo, apesar de não haver sintomas.
Especificamente:
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Análises ao sangue: troponina de alta sensibilidade, BNP, galectina-3, d-dímero (marcadores de lesão cardíaca);
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ECG: alterações no segmento ST ou nas ondas T;
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Ecocardiograma: disfunção ventricular ou derrame pericárdico;
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Ressonância magnética cardíaca (RMC): inflamação, edema ou fibrose (realce tardio com gadolínio);
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Anticorpos anti-Spike: níveis muito elevados (>1000 U/mL) indicam maior risco;
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Historial de vacinação e infeções: quanto maior o número de exposições à proteína Spike, maior o risco acumulado
Tratamento
Os autores propõem um protocolo misto de fitoterápicos com fármacos, conhecido como “protocolo de desintoxicação da Spike”
A saber:
** Unidades fibrinolíticas
Demorou demasiado tempo mas a FDA (organismo que nos EUA regula os fármacos), demorou a incluir nas bulas os alertas de doença cardíaca. Em todo o caso não se pode ignorar factos como o risco de miocardite com estas vacinas contra a COVID-19, ser mais de 200 vezes superior a todas as outras vacinas utilizadas nos últimos 30 anos.
Ignorar este facto, e outros, é ser irresponsável ou , quiçá, tendencioso.
Conclusão
Este estudo alerta para o facto de que as vacinas mRNA contra a COVID-19 podem causar uma inflamação silenciosa do coração — sem sintomas imediatos — que é provavelmente mais frequente do que se pensava até agora, afetando sobretudo homens jovens. Essa inflamação pode deixar cicatrizes permanentes no músculo cardíaco e, em casos mais graves, levar a arritmias fatais ou paragem cardíaca, por vezes sem qualquer aviso prévio.
Os autores propõem um conjunto de suplementos naturais (nattokinase, bromelaína e curcumina) combinados com colquicina para ajudar o organismo a eliminar a proteína Spike que persiste nos tecidos.
Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/o-coracao-que-faz-birra-pos-vacina

