Vidas salvas pelas vacinas COVID-19: Como se passa de um número de 12 milhões para 2,5 milhões?

Vidas salvas pelas vacinas COVID-19: Como se passa de um número de 12 milhões para 2,5 milhões?

Exposição baseada no artigo “ Global Estimates of Lives and Life-Years Saved by COVID-19 Vaccination During 2020-2024”, publicado na JAMA Health Forum sobre os benefícios globais da vacinação contra a COVID-19 entre 2020 e 2024, em Julho de 2025. Vamos tentar perceber como se passa do número de 14 milhões de vidas salvas, segundo Bill Gates e Cia (que através da fundação Bill e Melinda Gates, contribuiu para financiar todo o circo relativo à COVID-19), para o número de 2,5 milhões de vidas alegadamente “salvas” pelas vacinas contra a COVID-19

Objetivo do Estudo

Estimar o número de vidas e anos de vida salvos globalmente pela vacinação contra a COVID-19.

Considerar diferentes faixas etárias, períodos (pré-Omicron e Omicron), e estado de infecção/vacinação.

Principais Resultados

Vidas salvas: Estimativa principal de 2,5 milhões de mortes evitadas.

82% das vidas salvas foram de pessoas vacinadas antes de qualquer infecção.

57% ocorreram durante o período Omicron.

90% das vidas salvas foram de pessoas com 60 anos ou mais.

Anos de vida salvos: Cerca de 14,8 milhões.

76% dos anos de vida salvos foram de pessoas com mais de 60 anos.

Crianças e jovens adultos contribuíram com menos de 1% para o total de vidas e anos de vida salvos.

Eficácia da Vacinação

1 morte evitada por cada 5.400 doses administradas.

1 ano de vida salvo por cada 900 doses.

Análises de Sensibilidade

Estimativas variam entre 1,4 a 4 milhões de vidas salvas e 7,4 a 23,6 milhões de anos de vida salvos, dependendo dos pressupostos utilizados.

Impacto por Faixa Etária

Crianças e jovens adultos (0–29 anos) tiveram impacto mínimo em termos de vidas salvas.

A vacinação nestes grupos pode ter tido mais valor na redução de sintomas e transmissão, mas não em mortalidade.

Cuidados de Longa Duração

Residentes em lares contribuíram com apenas 2% dos anos de vida salvos, devido à sua esperança de vida limitada.

Limitações e Considerações

Estimativas conservadoras comparadas com estudos anteriores.

Dados baseados em literatura pública, com maior fiabilidade em países de rendimento elevado.

Conclusão

Há uma clara disparidade entre os números apontados por Gates e CIA, e os números agora revelados neste e outros estudos, no que é relativo a “vidas salvas”. A mim, custa-me a crer, sequer, que essas inoculações alguma vez tenham contribuído para salvar fosse que vida fosse. Obviamente os números apontados por esse assassino (sim, assassino), do Gates, teriam que primar pela quantidade. Indigna-me que, apesar de toda a evidência, do tamanho de 1000 elefantes num T0, se continue a fazer apologia destas inoculações, se continue a defraudar a saúde e a vida das pessoas. É uma miserabilidade, um ataque às pessoas e à sua vida, que se continue a “assobiar” para o lado e a ignorar a evidência. Especialmente das autoridades, supostamente, de saúde. Comportamento criminoso, assassino que supera até o nível do que foi feito pelos nazis. Este estudo foi conduzido e estruturado “só” pelo mais respeitado e reputado epidemiologista mundial: John Ioannidis, Investigador da Un. de Stanford.

Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/vidas-salvas-pelas-vacinas-covid

Paulo A. Andrade
Paulo A. Andrade