Inoculações: Não morres da doença, morres da cura

Inoculações: Não morres da doença, morres da cura

Abordagem resumida ao artigo intitulado “The Safety of COVID-19 Vaccinations—We Should Rethink the Policy“, publicado em julho de 2021 na revista Vaccines, foi posteriormente retratado pela própria revista devido a preocupações significativas com a sua metodologia e conclusões.

Objetivo do Estudo
O artigo procurava avaliar a segurança das vacinas contra a COVID-19, sugerindo que os riscos associados à vacinação poderiam superar os benefícios.

Principais Alegações

O estudo afirmava que, por cada três mortes evitadas pela vacinação, ocorreriam duas mortes atribuíveis à vacina.

Baseava-se em dados do sistema europeu de notificação de eventos adversos (EudraVigilance).

Motivos da Retratação
A revista Vaccines retratou o artigo devido a:

Interpretação inadequada dos dados: O sistema EudraVigilance regista eventos adversos notificados, mas não estabelece causalidade direta entre a vacina e os eventos.

Metodologia questionável: A análise não considerou fatores de confusão e não estabeleceu uma relação causal clara.

Conclusões não suportadas: As afirmações do estudo não eram sustentadas por evidências científicas robustas.

O Artigo- pontos retratados

Sugere que as vacinas devem ser usadas apenas por aqueles que estejam dispostos a aceitar os riscos associados, porque se sentem mais vulneráveis à infeção verdadeira do que a possíveis efeitos adversos da vacina.

Necessário refrear o entusiasmo em relação às vacinas com factos mais sóbrios e realistas.

Na opinião dos autores, a EMA (Agência Europeia de Medicamentos) e as autoridades nacionais deveriam iniciar uma revisão da segurança baseada nas bases de dados das vacinas COVID-19.

Os governos deveriam analisar cuidadosamente as suas políticas de vacinação à luz destes dados.

Atualmente, segundo as estimativas apresentadas, é necessário aceitar cerca de 4 casos fatais e 16 efeitos secundários graves por cada 100.000 vacinados para salvar a vida de entre 2 a 11 pessoas por cada 100.000 vacinados, colocando os riscos e os benefícios numa ordem de magnitude semelhante.

Conclusão

Este estudo sugere que, para cada 100.000 pessoas vacinadas contra a COVID-19, podem ocorrer cerca de 4 mortes e 16 efeitos secundários graves relacionados com a vacina.

Estes números não são insignificantes e estão numa ordem de grandeza que merece atenção, especialmente quando comparados com os riscos de outras vacinas convencionais.

Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/inoculacoes-nao-morres-da-doenca

Paulo A. Andrade
Paulo A. Andrade