Abordagem ao artigo “ Mitogen Activated Protein Kinase (MAPK) Activation, p53, and Autophagy Inhibition Characterize the Severe Acute Respiratory Syndrome Coronavirus 2 (SARS-CoV-2) Spike Protein Induced Neurotoxicity“, publicado em 2022. Um artigo focado na neurotoxicidade da proteína “spike”.
Contexto
Muitos doentes com COVID-19 desenvolvem sintomas neurológicos persistentes (ex. défices de memória, alterações cognitivas), conhecidos como “longo COVID”. Relatos pós-vacinação apresentam semelhanças.
Mecanismos patológicos identificados
A proteína spike do SARS-CoV-2 ativa vias de sinalização MAPK (p38 e JNK) em neurónios e micróglia, desencadeando inflamação e stress oxidativo.
Aumento da proteína p53 nas células nervosas, associado a apoptose (morte celular) e disfunção neuronal.
Inibição da autofagia: mecanismo celular essencial para eliminar proteínas mal “dobradas”; a falha promove acumulação de proteínas tóxicas.
Estímulo da produção e má dobragem da proteína príon (PrP) e de β-amiloide, favorecendo doenças neurodegenerativas (priónicas e Alzheimer-like).
Mimetismo molecular semelhanças da spike com proteínas humanas podem induzir autoimunidade contra tecidos nervosos.
Fatores de risco
Idade avançada → menor capacidade de autofagia, maior risco de neurodegeneração.
Exposição prolongada ou repetida à proteína spike (infeção ou inoculação repetida) → maior acumulação de efeitos tóxicos.
Implicações
O artigo sugere que a proteína spike pode funcionar como fator neurotóxico de tipo priónico. Pelo que se torna imperativo um cuidado relativamente ao aconselhamento à vacinação massiva. Afinal de contas o grande propósito das inoculações COVID-19, ocm base em mRNA, é a produção, pelo corpo, da proteína SPIKE. E sabemos que o grosso das inoculações administradas por esse mundo fora, além de pertencer à Pfizer/Biontech, são mRNA.
Conclusão
O principal foco deste artigo, é a forma como a proteína spike afeta o cérebro. Esta proteína está no vírus SARSCOV2 (respinsável pela doença covid-19), mas está também nos corpos inoculados com as substâncias mRNA. Atendendo ao enorme número de pessoas inoculadas com esta substância, mais de 80% da Pfizer/Biontech, suspeito que teremos ainda um problea gigante em mãos para resolver num futuro próximo. A proteína Spike provoca inflamação e acumulação de proteínas “mal dobradas”, semelhantes às que estão presentes em doenças como Alzheimer ou doenças priónicas. Isto pode ajudar a compreender os problemas de memória e concentração sentidos em casos de “longo COVID” e após vacinação. O risco aumenta com a idade e com maior exposição à spike. Quanto a mim até esse síndrome “longo COVID”, está muito mal explicado. Não me surpreenderia se, no futuro, este síndrome fosse, afinal de contas, classificado como a complicação séria das inoculações mRNA. E que, atualmente, designá-lo de “síndrome longo covid”, é apenas um pretexto de cobertura da real causa.
Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/proteina-spike-e-cerebro-ratado

