mRNA: O cavalo de tróia que traz a Spike-oncogénica

mRNA: O cavalo de tróia que traz a Spike-oncogénica

Exposição baseada no artigo” S2 Subunit of SARS-nCoV-2 Interacts with Tumor Suppressor Protein p53 and BRCA: an In Silico Study”, publicado em 2020 na “Translacional Oncology”.

Este será porventura um dos artigos que deixa compreender, o mecanismo tumoral associado à Spike, e poderá ser um dos mecanismos que explique o surgimento de milhares de casos de cancro em pessoas inoculadas. Os chamados “TurboCancros”. Que não só surgem em grande número, mas de uma forma tão rápida que tornam impraticável qualquer medida de controlo e tratamento eficaz.

Contexto da investigação

De acordo com o artigo, a COVID-19, causada pelo SARS-CoV-2, apresenta maior gravidade em doentes idosos e com doenças pré-existentes (como cancro, diabetes, hipertensão). Ora isto ocorre com a COVID-19 e com toda uma miríade de doenças.

A proteína Spike do vírus é formada por duas subunidades:

S1: responsável pela ligação ao recetor humano ACE2.

S2: responsável pela fusão da membrana viral com a célula hospedeira.

Objetivo do estudo

Analisar, através de modelação computacional (in silico), as possíveis interações da subunidade S2 com proteínas humanas associadas a cancro.

Principais resultados

A subunidade S2 do SARS-CoV-2 mostrou interações fortes com as proteínas p53 e BRCA-1/2, que são conhecidas como supressores tumorais. Sao proteínas que desempenham papéis cruciais na reparação do DNA, regulação do ciclo celular e prevenção da formação de tumores.

As interações foram identificadas, sobretudo, na região heptad repeat 2 (HR-2) da subunidade S2.

Relevância biomédica

As mutações ou inibições de p53 e BRCA são comuns em vários tipos de cancro. De acordo com o artigo, a interação da proteína viral com estas moléculas pode ajudar a explicar a maior gravidade da COVID-19 em doentes oncológicos. Contudo poderá ser é explicar o elevado número de cancros, e a sua agressividade porque estes mecanismos existem em doentes com ou sem covid-19. E se atendermos ao facto de que o que inicia este quadro de influência negativa nos mecanismos de controlo de tumores, é a proteína Spike.

Que…é precisamente a mesma proteína cuja instrução (mRNA), foi e continua a ser inoculada em milhões de pessoas em todo o mundo…!

Este é o primeiro estudo a sugerir este tipo de interação entre SARS-CoV-2 e supressores tumorais.

Conclusão

De acordo com o estudo a subunidade S2 do SARS-CoV-2 pode interagir com proteínas supressoras tumorais p53 e BRCA-1/2, interferindo potencialmente com mecanismos de reparação do DNA e regulação do ciclo celular. Lidamos com um “cavalo de tróia” em circulação no sangue de milhões de pessoas.

À medida que o tempo vai passando, e os milhões de casos de letalidade, doença grave e/ou incapacitante ou cancro, mais me apercebo do quão adequado foi o título dado ao vídeo. Este , apesar de ser um problema que em Portugal é ainda mantido na penumbra, na desvalorização ou negligenciação, não vai deixar de existir apenas porque “não pensamos” na sua amplitude. O problema é grave, e desconfio que muitas, muitas pessoas mesmo, cá, já estão a sofrer em silêncio. Muitas destas pessaos têm vergonha/timidez de se expor.

Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/mrna-o-cavalo-de-troia

Paulo A. Andrade
Paulo A. Andrade