Campanhas de inoculação: Make Canada another Treblinka

Campanhas de inoculação: Make Canada another Treblinka

Abordagem resumida de um relatório entregue na câmara dos comuns/parlamento canadiano, solicitando ao governo e organismos de saúde uma investigação sobre o excesso de mortes ocorridas após as campanhas de vacinação. A data deste relatório é de Maio de 2024, mas com carimbo de entrada nos serviços em Setembro de 2024, identificado com o número 8555-441-2741.

Principais pontos-chave do relatório:

Tema central: Aumento de mortalidade associado às vacinas

O documento defende que, desde o início das campanhas de vacinação contra a COVID-19 no Canadá (2021), ocorreu um aumento anormal de mortes na população geral — especialmente em faixas etárias não tradicionalmente vulneráveis à COVID-19, como jovens adultos e adolescentes.

Sugere-se uma relação causal entre a administração das vacinas e este aumento de mortalidade.

Alega-se que essas mortes não podem ser explicadas pela COVID-19, já que muitas ocorreram em pessoas saudáveis, sem diagnóstico positivo e fora de períodos de pico da pandemia.

Dados de mortalidade apresentados

O documento baseia-se em documentação oficial sobre as estatísticas oficiais canadianas (ex.: Statistics Canada) para ilustrar um excesso de mortalidade a partir de 2021. referindo a existência de picos de morte coincidentes com os períodos de vacinação em massa(2021). Destaca-se o aumento de mortes súbitas, doenças cardíacas, AVCs e causas indeterminadas, especialmente em idades jovens (15-44 anos).

Crítica às autoridades de saúde e aos meios de comunicação

O documento apresenta fortes críticas relativas aos seguintes aspetos:

  • Transparência do governo canadiano;

  • Autoridades de saúde pública (como Health Canada);

  • Médicos e instituições médicas;

  • Meios de comunicação mainstream, que, segundo o documento, ignoram ou censuram os efeitos adversos das vacinas.

  • Unilateralidade dos órgãos de comunicação social: Estes tranamitiram apenas informação relativa a alegados benefícios, mas omitiram sempre informação relativa a riscos.

  • Subnotificação de efeitos adversos: Um aspeto que acaba por contribuir ainda mais para que não se tenha um retrato ainda mais fiável das mortes ocorridas;

  • Pressão política e mediática para manter uma narrativa favorável à vacinação.

Causas propostas para o excesso de mortalidade

O documento aponta as vacinas de mRNA como responsáveis por efeitos secundários graves que conduzem a mortes, especificamente:

  • Miocardites e pericardites, especialmente em jovens do sexo masculino.

  • Tromboses e AVCs.

  • Problemas neurológicos.

  • Doenças autoimunes desencadeadas pela vacina.

  • Desregulação do sistema imunológico.

No documento são patentes alguns exemplos de perda de confiança na medicina institucional e nas estruturas políticas, como os seguintes:

Médicos que questionaram a narrativa oficial teriam sido censurados, ameaçados ou despedidos.

Teria havido censura em redes sociais e nos media convencionais de testemunhos de vítimas ou profissionais críticos.

Recorre-se a uma retórica de que a ciência se tornou “política” e deixou de ser objetiva.

Reivindicações e propostas finais

Investigações independentes e públicas sobre o excesso de mortalidade após as campanhas vacinais.

Indemnização às vítimas de efeitos adversos, com reconhecimento oficial do problema.

Revisão ou suspensão da vacinação em grupos de baixo risco, como jovens e crianças.

Reavaliação da obrigatoriedade vacinal em ambientes laborais e educativos.

Além disso, o texto defende uma mudança profunda no sistema de saúde pública, visando maior transparência, debate científico livre e responsabilização de autoridades.

Afinal de contas o relatado neste documento retrata uma realidade igual em vários ouros países, Portugal incluído.

O que se solicita, eu incluído, é que seja feita uma investigação isenta, imparcial e honesta, acima de tudo honesta, sobre os reais efeitos das inoculações, e quantos destes , letais, se podem identificar.

Contudo considero que, mesmo que essa investigação fosse formalizada agora, sem ser para procedimentos judiciais, não provocará nenhuma atitude de credibilidade relativa aos governos, as autoridades médicas, e os profissionais de Saúde.

Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/campanhas-de-inoculacao

Paulo A. Andrade
Paulo A. Andrade