99 milhões de pessoas, 240 milhões de doses: Mais de 100% de doenças

99 milhões de pessoas, 240 milhões de doses: Mais de 100% de doenças

Exposição baseada no artigo “COVID-19 vaccines and adverse events of special interest: A multinational Global Vaccine Data Network (GVDN) cohort study of 99 million vaccinated individuals“, publicado em 2024, na revista científica “Vaccine“.

Este é um dos maiores estudos alguma vez feito para determinar a existência, frequência e intensidade de vários efeitos adversos.

Metodologia

Estudo observacional de coorte com protocolo comum, com comparação entre taxas observadas e esperadas de 13 AESI (neurológicos, hematológicos e cardíacos). Os dados recolhidos de registos de saúde antes e depois da vacinação, e foi considerado o seguinte intervalo de risco: até 42 dias após cada dose.

Vacinas analisadas

mRNA: Pfizer/BioNTech (BNT162b2), Moderna (mRNA-1273)

Vector viral: Oxford/AstraZeneca (ChAdOx1)

Principais resultados

Foram administradas mais de 240 milhões de doses.

Aumento estatisticamente significativo de trombocitopenia, embolia pulmonar e convulsões após algumas doses.

A análise por faixas etárias e sexo permitiu maior precisão na avaliação dos riscos.

Em termos práticos e se convertermos todos os índices OE em pecentagem, para ficr mais claro, o risco acrescido, para cada uma das doenças, é o seguinte:

Síndrome de Guillain-Barré:+ 149%

Trombose do Seio Cavernoso:+223%

Encefalomielite disseminada Aguda: +278%

Miocardite ( à 2ª dose da MODERNA):+510%

Miocardite(à 1ª dose da MODERNA): +248%

Miocardite (à 3ª dose da MODERNA): + 101%

Pericardite( à 1ª dose da MODERNA): 74%

Pericardite(à 4ª dose da MODERNA): +164%

Outro tipo de problemas: 10-40%

Conclusão

Este estudo multinacional confirmou alguns sinais de segurança previamente identificados, como o risco aumentado de miocardite, pericardite, síndrome de Guillain-Barré e trombose venosa cerebral após certas vacinas contra a COVID-19. Ainda assim parte da comunidade científica continua a passar a imagem de que estes efeitos são raros. Mas ninguém se atreve a fazer a comparação com as vacinas convencionais. Porque, eventualmente, sabem que se o fizessem estariam a incorrer na verdade factual. Porque as pessoas iriam começar a pensar. Obviamente que se compararmos o número total de vacinados, com os efeitos adversos registados, estes últimos serão sempre inferiores. A bomba atómica, por exemplo, por muito poder destrutivo que tivesse, também não matou 100% dos habitantes de Hiroxima ou Nagasaki. Mas se compararmos os efeitos destrutivos desta bomba com outra bomba convencional na altura (1945), então poderemos apreender o real efeito deste engenho.

A mesma coisa se passa com as inoculações. Quando comparamos a relação de efeitos adversos letais de 20 pessoas/ milhão da generalidade dos fármacos(Springer), ou 2 pessoas/milhão especificamente atribuída às vacinas convencionais(Malhotra,2023), e a mesma relação para as inoculações COVID-19, esta dá-nos um número absolutamente astronómico: c. de 3440 pessoas/milhão. Ou seja…Um aumento de cerca de 17 000%.

Se esta informação chega às pessoas então é um autêntico “game-changer”. Na posse destes dados as pessoas, provavelmente, e muito bem, iriam sentir-se enganadas.

Do meu ponto de vista, atendendo aos dados disponíveis, foram enganadas. Miseravelmente enganadas.

Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/99-milhoes-de-pessoas-240-milhoes

Paulo A. Andrade
Paulo A. Andrade