A ilusão de proteção que desperta o cancro

A ilusão de proteção que desperta o cancro

Abordagem ao artigo “ SARS-CoV-2 Vaccination and the Multi-Hit Hypothesis of Oncogenesis”, publicado em Dezembro de 2023, que incide sobre as várias hipóteses viáveis para a promoção da oncogénese(formação do cancro), pelas vacinas contra a COVID-19.

O que os investigadores estudaram?

Este artigo científico relata a análise feita às vacinas COVID-19 (especialmente as de mRNA como Pfizer e Moderna), sobre se estas poderiam criar condições no corpo que facilitassem o crescimento ou regresso de cancros.

Porquê esta preocupação?

Pacientes com cancro não participaram nos poucos ou nenhuns estudos iniciais sobre as vacinas;

Surgiram vários relatos de pessoas com cancro que tiveram agravamento da doença após vacinação;

Existem mecanismos biológicos que poderiam explicar estes casos;

O que a vacina faz no corpo que preocupa os investigadores?

Reduz a capacidade imunitária

As vacinas podem baixar temporariamente os glóbulos brancos (células de defesa)

Quando temos menos estas células, tumores dormentes podem “acordar”

Produz a proteína spike por todo o corpo (foi para isso que foram estruturadas…)

A vacina ensina as nossas células a produzir a proteína spike do vírus;

Esta proteína foi detetada no sangue durante semanas ou meses após vacinação;

A proteína spike ativa “interruptores” nas células que estão associados ao crescimento de cancros;

É diferente da infeção natural porque o vírus fica principalmente nos pulmões, mas a vacina atua em todo o corpo

Desliga alguns sistemas de alarme do corpo

As vacinas de mRNA usam um “truque” químico para não serem destruídas pelo corpo;

Este truque desliga alguns “alarmes” que detetam problemas (incluindo células cancerígenas);

É como “desligar o sistema de segurança de uma casa”

Agente de inflamação

As partículas de gordura que transportam o mRNA (chamadas LNPs) causam inflamação;

A inflamação prolongada é conhecida por facilitar o aparecimento e crescimento de cancros;

Interferência com proteínas “polícia anti-cancro” do corpo

Estudos sugerem que a proteína spike pode “prender” proteínas importantes como a p53 e BRCA1/2;

Estas proteínas são como polícias que impedem células de se tornarem cancerígenas, se algo as anular (neste caso a proteína Spike), ficam automaticamente impedidas de policiar células tumorais.

Acumula-se em órgãos, incluindo tumores

Estudos em animais mostraram que a vacina não fica só no braço. Espalha-se por órgãos como fígado, baço e ovários. As partículas de gordura da vacina acumulam-se preferencialmente em tumores.

O que mostram os dados?

Em 2021, 96-97% de todas as notificações relacionadas com cancro em sistemas de vigilância de vacinas nos EUA estavam associadas às vacinas COVID-19.

Nota minha: Além disso as notificações sobre a piora de cancros aumentaram e continuam a aumentar exponencialmente.

Para quem é maior a preocupação?

Pessoas com cancro ativo em tratamento, ou que já tiveram cancro.

Especialmente quem tem cancros do sangue (leucemias, linfomas)

Pessoas que tomaram múltiplas doses de reforço (3, 4, 5 doses)

O que se pede?

Pede-se exatamente o mesmo que quaqluer cientista decente e ético pede, ou seja:

  • Mais estudos urgentes sobre vacinas e cancro

  • Melhor vigilância de pacientes oncológicos vacinados

  • Avaliação individual caso-a-caso (não “tamanho único”)

  • Desenvolvimento de vacinas alternativas mais seguras

  • Comparação entre riscos da vacina vs. riscos da COVID-19

Conclusão

Este é mais um artigo que olha de forma séria para a hecatombe de mortes e casos de cancro que começaram a surgir no período pós-vacinal. Apesar da altíssima percentagem de notificações de cancro que começaram a ocorrer já em 2021, ainda não se estabelece um nexo causal com as vacinas. O que traduz, quanto a mim, uma cobardia intelectual nunca antes vista. A história da farmacologia está repleta de situações em que foram retirados de circulação vários fármacos precisamente porque representavam um risco real para as pessoas. Sendo que o exemplo do VIOXX é um dos mais badalados.

O facto de insistirem em não haver nexo causal entre estas substâncias e o cancro, em conjunto com o facto de as entidades (ir)responsáveis e (in)competentes continuarem teimosamente a ignorar a bibliografia e a ciência aprendida nos últimos 30 anos, e continuarem a negligenciar um investigação séria e honesta, constituem para mim, mais do que prova, de que há um propósito nesta atuação miserável, assassina encapotada. Especialmente no que ao cancro diz respeito quando se fala nestas inoculações contra a COVID-19. Já aqui neste blog abordei o assunto principalmente em três trabalhos. Um é este: mRNA: O cavalo de tróia que traz a Spike-oncogénica, o outro Inoculações: Covid-19: O seu papel no recrutamento de exércitos de autodestruição, e o último Inoculação: O pontapé genético que produziu um “turbocancro” na bexiga.

Quanto a mim, já começa a cair demasiado no ridículo as autoridades supostamente competentes, e profissionais de saúde que fizeram um juramento supostamente para cuidar dos seus semelhantes, segundo o qual considerarão a saúde dos seus “doentes como o seu primeiro cuidado”, e se prestaram a seguir honradamente as “nobres tradições da profissão médica”, terem comportamentos completamente enviesados que representam uma completa antítese do que juraram defender e honrar. Comportamento criminoso que, quanto a mim, não está muito longe do comportamento de colegas seus como Josef Mengele ou John Cutler.

Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/a-ilusao-de-protecao

Paulo A. Andrade
Paulo A. Andrade