Inoculações&doença autodestrutiva

Inoculações&doença autodestrutiva

Abordagem ao artigo: ” Autoimmune inflammatory reactions triggered by the COVID-19 genetic vaccines in terminally differentiated tissues”, publicado em 2023, e tem como foco as reações autoimunes (de autodestruição de tecidos), após inoculação COVID-19.

Mecanismo das vacinas genéticas

As vacinas de mRNA e vectores virais fazem com que as células humanas produzam a proteína spike do SARS-CoV-2, que é depois apresentada ao sistema imunitário.

Preocupação principal

Qualquer célula que produza proteínas virais torna-se alvo do sistema imunitário e é destruída, podendo causar reações auto-imunes.

Biodistribuição

Estudos em animais mostraram que as nanopartículas lipídicas se distribuem além do local de injecção, acumulando-se no fígado, glândulas supra-renais, baço, ovários e outros tecidos.

Evidência histopatológica (O que os tecidos mostram)

Deteção da proteína spike em cardiomiócitos de doentes com suspeita de miocardite

Casos de encefalite necrosante multifocal e inflamação multi-orgão após vacinação

Infiltração de linfócitos T em vários tecidos

Papel dos exossomas (pequenas vesículas que funcionam como mensageiras)

Podem transportar mRNA da vacina e proteína spike por todo o corpo, incluindo para o cérebro e tecidos reprodutivos.

Uma das consequências potenciais desta atividade, é a instalação de reações auto-imunes em tecidos terminalmente diferenciados (como coração e cérebro), que podem causar danos irreversíveis.

Conclusão

Este artigo, tal como tantos outros, expressa preocupações sobre a segurança das vacinas COVID-19 baseadas em tecnologia genética (mRNA e vectores virais). Contudo este será um dos poucos que evidencia a dinâmica a partir da qual as reações auto-imunes se podem despoletar. À semelhança de tantos outros autores, que até publicaram artigos que, em 2021 e 2022, foram censurados, estes também defendem mais e melhores estudos farmacocinéticos (estudar e avaliar a forma como estas inoculações se comportam no organismo).

Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/inoculacoes-covid-19

Paulo A. Andrade
Paulo A. Andrade