Exposição baseada no artigo” Significant Increase in Excess Deaths after Repeated COVID-19 Vaccination in Japan“, publicado na revista da Japan Medical Association(JMA), em Abril de 2025.
Contexto
Este artigo alerta para um aumento significativo no número de mortes em excesso no Japão durante 2022 e 2023, período que seguiu à implementação intensiva de vacinas de mRNA contra a COVID-19. O país apresentou uma das taxas mais elevadas de doses de vacina mRNA administradas per capita — cerca de 3,6 doses por pessoa até março de 2024, superado apenas por Cuba e Chile.
Apesar dessa elevada cobertura vacinal, o Japão registou um aumento dramático de casos e mortes por COVID-19 após o surgimento da variante Ómicron, e o número de mortes em excesso excedeu 1 400 por milhão em 2023 — três vezes mais do que nos EUA — sendo apenas 10 % delas oficialmente atribuídas à COVID-19.
Várias hipóteses são apontadas para explicar este fenómeno, incluindo:
Mortes relacionadas com a COVID-19 não contabilizadas, seja por ausência de testes ou por sobrecarga dos serviços de saúde que dificultou o tratamento de outros doentes. No entanto, a mudança de estatus da COVID-19 em maio de 2023 (quando passou a ser tratada como gripe sazonal) não refletiu uma diminuição no número de mortes em excesso.
Reações adversas às vacinas de mRNA, comprovadas por mais de 8 432 casos de lesões avaliadas e 903 mortes compensadas pelo sistema japonês de indemnizações até novembro de 2024, ultrapassando os registos de todos os outros programas de vacinação nos últimos 47 anos. Entre estes casos, contam-se vítimas jovens, incluindo uma rapariga de 14 anos.
Efeitos adversos específicos, tais como miocardite, pericardite, problemas de coagulação e doenças autoimunes, possivelmente induzidos pelos componentes do LNP (lipid nanoparticles) ou pela proteína Spike produzida após a vacinação. Observou-se ainda um aumento de mortes por cancro e doenças cardiovasculares, particularmente em tipos de cancro relacionados com receptores estrogénicos.
Imunossupressão induzida pela vacinação repetida: Estudos indicam um aumento de anticorpos IgG4 (imunossupressores) e de células T reguladoras após a segunda e seguintes doses, que poderão permitir infeções crónicas — mesmo sem deteção por testes nasofaríngeos. Dados de águas residuais sustentam esta possibilidade jmaj.jp.
O artigo cita o ex-diretor do CDC, Robert Redfield **, que declarou acreditar que as vacinas salvaram vidas, principalmente em idosos vulneráveis, mas que não se verificava o mesmo benefício em jovens de menor risco. Além disso, referiu-se à possibilidade de “impacto prolongado ou consequências negativas” da proteína Spike em alguns indivíduos.
Os autores argumentam que é urgente clarificar os efeitos da vacinação em massa com vacinas mRNA, especialmente face à recusa das autoridades japonesas em divulgar dados completos. Um exemplo referido é a categoria de eficácia de vacinados sem data de inoculação registada como “não vacinados”, o que distorce a percepção de suscetibilidade à COVID-19. Será, portanto, essencial realizar estudos em larga escala sobre mortes, lesões e doenças crónicas após vacinação ou infeção, para melhor informar futuras estratégias de combate a pandemias.
** Robert Redfield deixou um testemunho sobre a ocultação e adulteração de dados relativos aos efeitos adversos das inoculações COVID-19. Desta forma omitiu milhões de casos de efeitos adversos graves, letais e não letais atribuídos a estas inoculações.
É de facto lamentável que pessoas com este perfil assumam responsabilidades em tão importantes organismos. Cá aconteceu o mesmo. O presidente do INFARMED fez exatamente o mesmo, sendo necessário um processo judicial para o obrigar a desvendar os dados ocultados.
Claro que…O resultado, e o que se viu não foi nada bom.
Prisão vitalícia a “pão e água”, seria o máximo que esta gente teria direito!
Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/inoculacoes-covid-19-o-exterminio

