Picas COVID-19: “Apenas mortes, genocídio ou assassinatos em massa?

Picas COVID-19: “Apenas mortes, genocídio ou assassinatos em massa?

Tradução do artigo sobre o trabalho de Steve Kirsch, 2025, um specialista de renome mundial em dados revelou novas provas explosivas que confirmam a ligação entre as “vacinas” de mRNA contra a Covid e as mortes em massa a nível global.

O cientista informático e fundador da Fundação de Investigação sobre a Segurança das Vacinas (VSRF), Dr. Steve Kirsch, afirma ter desenvolvido um método simples mas poderoso, com recurso a algoritmos de inteligência artificial, para analisar a mortalidade por todas as causas e demonstrar os efeitos negativos das vacinas de mRNA contra a COVID-19.

Kirsch alega que:

As vacinas de mRNA causaram mais mortes do que aquelas que evitaram.

O método criado por si compara grupos vacinados e não vacinados ao longo do tempo, sob condições normais e de stress (ex. surtos de COVID), revelando que a taxa de mortalidade aumenta entre os vacinados — o que indicaria que as vacinas estariam a causar mortes.

Este padrão não se verifica com vacinas tradicionais, como a da gripe.

Segundo ele, os dados apontam para milhões de mortes causadas pelas vacinas, particularmente entre os idosos.

Kirsch critica a ocultação de dados oficiais e responsabiliza as farmacêuticas, o governo e agências reguladoras por ignorarem os alertas e continuarem a promover as vacinas.

Além disso, defende que:

As mudanças feitas pela FAA aos critérios de saúde cardíaca dos pilotos sugerem uma admissão tácita de que houve danos generalizados causados pelas vacinas.

O seu método pode também ser utilizado para estudar outros efeitos adversos, como o autismo.

Por fim, Kirsch considera que a narrativa de “vacina segura e eficaz” é falsa e que os responsáveis deveriam enfrentar consequências legais.

1. Se houver uma inclinação negativa absoluta não negligenciável no grupo de controlo, deves subtrair essa inclinação ao resultado, o que reduzirá sempre o dano ou aumentará o benefício. Isto ajusta o efeito de esgotamento na coorte não vacinada, que se comporta (em termos de mortalidade) como um grupo de pessoas com 10 anos a mais do que o grupo etário que estás a analisar. Portanto, aplica-se sempre a coortes com 75 anos ou mais, devido ao efeito de esgotamento (a mortalidade semanal absoluta dos mais velhos torna-se comparável ou superior ao aumento anual da mortalidade de base).

Os dados dos seguros, MEDICARE, confirmam …Um genocídio!

Cada estado possui bases de dados tanto de óbitos como de estado vacinal. Uma simples junção das duas tabelas (utilizando nome, número de segurança social, data de nascimento, sexo, etc.) permite-nos saber, para cada pessoa que morreu, quantos dias passaram desde cada dose da vacina. Quando se traça este gráfico com os dados do Medicare, “supõe-se” que seja independente da dose, porque a vacina “supostamente” não tem impacto na mortalidade. Deveria refletir apenas a taxa de mortalidade de base, talvez com as mortes por COVID atenuadas, caso funcione conforme anunciado.

A realidade é que as curvas não são versões horizontalmente deslocadas umas das outras. Isso significa que a intervenção teve um efeito inesperado na mortalidade por todas as causas quando a COVID não estava presente (ou seja, matou pessoas).

É por isso que não nos mostram os dados brutos.

Porque não querem que ninguém saiba a verdade.

Fonte: https://curtoegrosso.substack.com/p/picas-covid-19-apenas-mortes-genocidio

Paulo A. Andrade
Paulo A. Andrade